CITG e CBTG na festa dos 125 anos da Sociedad La Criolla Elias Regules
Comitiva que se deslocou do Rio Grande do Sul para Montevidéu/Uruguai representou as Confederações Internacional e Brasileira da Tradição Gaúcha (CITG e CBTG), nas comemorações dos 125 da mais antiga sociedade.
Representando a CBTG estiveram presentes os casais Ciro e Elenir Winck e Manoelito e Odila Savaris. O Conselheiro de Vaqueanos da CBTG, Maonelito Savaris, entregou uma homenagem da CBTG: um placa de prata à Sociedade à Don Alonso, Presidente. O Presidente da CITG, Nei Antonio Zardo, também prestigiou a celebração, que contou com palestras e comemorações da centenária entidade gauchesca.
Criada no ano de 1894, a Sociedad “La Criolla” foi mais tarde rebatizada com o nome do seu fundador, o Dr. Elias Regules. "A festa dos 125 anos de fundação da mais antiga instituição tradicionalista do mundo não é só uma festa. Foi algo de extraordinário, com conferências e palestras proferidas por grandes conhecedores e intelectuais uruguaios, verdadeiras aulas, cujos resultados levaremos de volta", contou Nei Zardo, Presidente da CITG.
Desde o 12º Congresso Internacional de Tradições Gaúchas, realizado na sede da Sociedade Crioula Dr. Elias Regules, em Montevidéu, no dia 17 de julho de 2015, as federações que compõe a CITG trabalham para que haja o reconhecimento do Projeto “O Gaúcho e Suas Tradições” como Patrimônio Imaterial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
Um documento redigido pelos integrantes da Confederação, posiciona a figura do gaúcho como habitante da pampa que inclui o sul do Brasil, o Uruguai, a Argentina e partes do Paraguai e do Chile. Esse personagem (gaúcho) que por sua origem, sua atividade vinculada umbilicalmente ao cavalo e ao gado vacum, sua vivência na “pampa”, suas peculiaridades sociais e permanente disputa de espaços geográficos, o tornam único no mundo. Juntos eles buscam o reconhecimento da Unesco para este ser, denominado “gaucho”.